MidiaModel
Photo by Daniel CPastor

Dia dos Namorados

“Agarre a sua! PorqueBOA, só tem uma!!!”

Conceito: Daniel CPastor

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App Life

Você alguma vez já se imaginou sem o celular?
Ok, você saiu com pressa de casa e distraído esqueceu o celular.

“Sabe… aquela estranha sensação de que tá faltando alguma coisa!?”. Não, nao é do celular que você está sentindo falta, aquele que costumávamos a usar para fazer uma ‘ligação’. É do smartphone:
E Daquele aplicativo que te ajuda a pegar o ônibus toda manhã que você sai correndo de casa atrasado para trabalhar, depois já respirando melhor e dentro do coletivo, o mesmo smartphone carrega a trilha sonora da sua viagem, fones de ouvido pra que te quero! Tudo bem, sã e salvo, agora é hora de trabalhar, mas antes de chegar a labuta, vale aquela ‘última’ checadinha básica nos e-mails e nas redes sociais.

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Photo by Daniel CPastor

App Life

Ufa! A manhã já se passou e agora é a hora do almoço, onde fica mesmo aquele restaurante japonês? Mais uma vez o app te dá aquela ajudinha.

Bom, o dia foi ótimo e nada mais justo do que um happy hour com a galera do trabalho, começa então a guerra dos dedos nos apps de mensagens de textos e nas redes sociais, depois de um simpósio via mobile, todos confirmados e combinados, vamos embora!

Ok, já é quase o final do dia, entre mortos e feridos, você está vivo e precisa ir para casa, todos foram embora e só sobrou você. Mais uma vez aquele conhecido app que chama o taxi, cai como uma fada madrinha e te leva embora antes que você vire abóbora.

“Caso você tivesse esquecido o celular, nada disso seria possível. Hoje em dia é mais fácil alguém te emprestar dinheiro do que emprestar um celular: onde está armazenado grande parte da vida diária e da memória!?”. Hello!!!

Google e AVON

Google e AVON

Ok, vamos lá!
Você deve estar se perguntado, tá, e aí!? O que a Google tem a ver com à Avon?

Vamos direto ao ponto:
O Google atualmente é o maior empregador indireto do universo web. E como ela faz isso?
Então, vamos voltar um pouquinho na linha do tempo (timeline)… há mais de um século atrás, no ano de 1886 –  foi fundada uma empresa de cosméticos, que não só sobreviveu a duas guerras mundiais, mas também fora precursora na área do marketing e da publicidade: a forma como expôs seus produtos e além disso como os levou até a residência de seus clientes, revolucionou a história da venda direta, estamos falando da eterna Avon.

À Avon fora pioneira na confecção de um catálogo para apreciação de seus produtos e também no time de consultoras e ou revendedoras de beleza, sem dúvida nenhuma com um produto excelente e um exército de consultoras de beleza nas ruas, visitando os lares mundo à fora, a marca se estabeleceu e foi a maior empregadora indireta do mundo no segmento de vendas direta. Por ocasião das guerras, dar ao mundo um pouquinho mais de “beleza“, caiu como uma luva para as nações e povos sofridos, já de rostos pálidos e descoloridos da guerra.

Google e AVON

MidiaModel

Ok, e o Google?

O Google, não vende produtos, vende serviços. Agora imagine: milhões de pessoas trabalhando para sua empresa e o melhor de tudo é que as mesmas nem sabem que estão trabalhando de graça, literalmente!
Tudo bem, nem todo esse exército de internautas está trabalhando de graça. Alguns ainda conseguem monetarizar suas atividades para com o Google, através de serviços: SEO, links patrocinados, AdSense etc.

“E os milhões de pessoas que alimentam, diariamente o oráculo e não ganham nada mais, nada menos por isso?”.

“Somos trabalhadores digitais não remunerados. Vivemos um capitalismo renascentista numa era moderna e digital”.

“Da próxima vez que você for postar algo, pense nisso. Ou publique e nem pense!”.

Dica: interessou-se pela história da Avon, click nos links do texto acima e saiba mais.
Post: English version – http://zip.net/bylFPq

Enjoy or not Enjoy “Curtir ou não Curtir”

Curtir ou não Curtir

Você já curtiu hoje?

Provavelmente, você já tenha acordado, tomado café da manhã; banho, se trocado, escovado os dentes, penteado o cabelo. Mulheres todo o conjunto anterior, incluindo: secar o cabelo e maquiar-se. Opa! Pé no breque aí. Tá faltando alguma coisa… algo como que um ritual, aquele tipo de coisa que muitas vezes você faz, mas não sabe bem porque está fazendo?

Enjoy or not Enjoy “Curtir ou não Curtir”

Sabe aquele tipo de coisa antropológica, aquilo que você herda, um costume, crença, tradição. Assim tornou-se o ato de “curtir algo” (…). Curtir o que?!
Essa é a pergunta que não quer calar: “Porque curtirmos o ‘que ou quem’ nem conhecemos?”.

A primeira impressão é que parece algo simples, comum e divertido. Até o momento em que: ‘o hábito faz o monge’. E é aí que começamos a nos deparar com atitudes no mínimo estranhas. O ‘hábito’ pode ser traduzido como ‘TOC‘ (Transtorno Obsessivo Compulsivo) ou vício.

A chamada ‘rede social‘, é a “caras do ciberespaço” ver e ser visto. É postar e colher os frutos: quantos curtidos; comentados e compartilhados. Dentre esse magnífico universo, uma única opção inimaginável, ou melhor, indesejável, seria um botão de ‘não curtir’.

não curtir

“Um botão de não curtir na rede social, deve ser algo muito anti-social?”.

“A Publicidade Saltando aos Olhos do Consumidor”

“A publicidade saltando aos olhos do consumidor” é literalmente o que presenciaremos cada vez mais nos grandes centros urbanos.

A máxima da publicidade que diz: ‘buscar seu cliente onde ele estiver’, já está presente nas ruas de Amsterdã na Holanda.

Despertar sensações, causar impacto, gerar emoções, tudo isso pode ser resumido em uma única palavra “venda“. Essa mesma venda é consumida através dos olhos, nariz, ouvidos, boca e tato. O mercado consumidor se transforma num vasto campo científico.

E a pílula mágica dessa relação de troca é conhecida como “Felicidade“.
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Pilote Devagar e Sempre: A vida, Passa Rápido

“Pilote Devagar e Sempre: A Vida, Passa Rápido!”.

Sabemos que a velocidade do dia a dia, é algo que nos impulsiona e conseqüentemente nos coloca na linha de frente dos eventos. Pensando nessa questão, e no conceito “slow down“, buscamos novos horizontes, na correria das grandes cidades e debruçando a respeito do assunto, dividimos a ideia: “Pilote Devagar e Sempre: A vida, Passa Rápido!”.

“Slow down” no sentido a que nos referimos, busca na verdade, encontramos um ponto de equilíbrio, nesse caso em específico do trânsito, estamos em busca de um melhor convívio entre: carros, motos e pedestres.

Pensando de uma forma simples e prática, lembremos daquela equação básica da época da escola: “Vm=∆s/∆t”. Ok, vamos pular essa parte… chega de teoria! Opa! peraí, muito do que observamos hoje em dia, no trânsito das cidades, pode é deve ser bem aplicado em “prol” da vida. E é justamente aí, que a teoria vira prática e muitas vidas podem ser salvas!

Vamos lá! Ok, por que do conceito “slow down” e da “equação” então? Porquê, nos deparamos cada vez mais, com difíceis situações no trânsito diário, onde claramente observamos que: “Não dá tempo e nem espaço suficiente” para tais “manobras”… das quais possivelmente só seriam executadas por atletas profissionais treinados e devidamente trajados de todo o equipamento de segurança e condições apropriadas para realização da mesma.

Vamos nos colocar no lugar da platéia e por alguns instantes, sejamos os telespectadores: a impressão clara que temos é de que estamos assistindo um campeonato de “X-Games” ao ar livre e com diversas modalidades: corrida de pedestres fora da faixa e no farol vermelho, ahh, essa é uma das categorias mais disputadas nas grandes metrópoles. De carro a modalidade “dragster”, essa sem dúvida é a mais competitiva, sabe? Aquela que tem uma linha de largada e 100 metros de pista até o próximo farol, ganha quem chegar primeiro e com sorte de não atropelar o pedestre, para não perder pontos, claro! Outra de relevância ao cenário urbanístico, subdividida em diversas categorias, dependendo do estilo da bike e do competidor, é o freeystyle bike, basicamente consiste em transitar pela via de fluxo, na contra mão, fazendo zigue-zague.

Ok, o que a prefeitura, o governo, ou seja, os órgãos públicos, tem haver com isso? Provavelmente a resposta deles, viria daquela frase da música, de uma conhecida banda, que dizia assim: “A cidade não para, a cidade só cresce. O de cima sobe e o de baixo desce” Nação Zumbi. “Obrigado e fim da coletiva”, diriam tais “representantes” públicos.

Paramos e pensamos então, que inevitavelmente somos nós o “alvo” da situação. A “vida” tá acontecendo aqui e agora e dentre esse cenário apresentado: sentada sob o banco do carro, da moto, da bicicleta, sob o caminhar do pedestre etc.

Então, a vida não é feita de altos baixos? Tem hora que até parece uma montanha russa? Tudo bem, mas tenha certeza de uma coisa, que nessa história toda, o principal condutor é você! E no seu caminho sempre existe e sempre existirá a chance de reduzir, olhar para os lados, parar e permitir que a vida passe em segurança. Para que então, possamos mais uma vez, acelerar e novamente recomeçar, sem que apressadamente acabemos por interromper a vida, que por si só já passa tão rápido. Acredite!

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