Humanos X Grandes Cidades

Que comece a luta!

O nosso desafiante da noite, vestindo calção azul, é um velho conhecido do público. Ganhador de batalhas milenares, trata-se de um guerreiro que superou as barreiras do tempo e do espaço. Historicamente conhecido como Australopithecus, o qual trouxe contigo o mapa da evolucão humana, tendo que lascar e carregar muita pedra até receber o título honorário de Homo sapiens.

Do outro lado do ringue de calção vermelho, está uma entre milhares de criações do homem: as grandes cidades, o oponente é sua criatura, o trânsito.

Humanos X Grandes Cidades

Esse UFC diário possui regras e armas exclusivas, pronto para o combate o cidadão encontra-se munido de armadura de aço completa e direção, mais conhecida como carro ou armadura parcial; composta de quadro de alumínio e guidão, popularmente chamada de moto. Nessa luta “vale tudo” o oponente é duro, o trânsito é caótico, espreme seu oponente nas cordas, avança sobre o adversário com ou sem armadura, não respeita nem a faixa.

“Nessa luta diária, não existem vencedores. Perde o homem, perde a sociedade. Seja gentil, a Vida pede passagem”.

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It’s only Rock ‘n’ Roll but I like It

It’s only Rock ‘n’ Roll (But I like It)

O que é esse tal de Rock ‘n’ Roll?

Olha, eu também não sei…
… Rock ‘n’ Roll será um estilo de vida
uma identidade como uma tattoo,
algo que está impresso na mente,
será que é o jeito de dançar,
ou uma forma de se expressar?

“It’s only Rock ‘n’ Roll but I like It”

“O que é eu não sei?
Mas o que nos faz sentir é único!”.

Parabéns Mick Jagger pelos 70 anos & Thanks  The Rolling Stones!

Admirável Mundo Novo

“Admirável Mundo Novo”

Quantas vezes você não deve ter ouvido a célebre frase: “Ahh, no meu tempo era bem melhor!”. Ok, pode até ser verdade, mas o tempo passa e ‘tudo’ muda. “Mas será que ‘tudo’ muda pra melhor?”.

E quando paramos um pouco para pensar nas grandes transformações e todo o avanço tecnológico ao qual nos norteamos hoje, sistemas GPS, carros elétricos e até motores movidos à célula de hidrogênio, internet, tecnologia mobile, mídia digital  e sua ubiquidade, entre muitos outros adventos modernos.

Mas, será que em algum momento, esse alguém parou pra pensar e se perguntar:

“O que esse ‘tudo’ fez para melhorar a vida e as condições humanas do Século XXI?”.



Eu fico
Com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita… (Gonzaguinha)

Mandela Day – Freedom

Mandela Day
Liberdade de Expressão
Razão e Emoção
Respeito aos iguais e diferentes
Livres de crença, cor ou religião
Sem amarras no coração
Sejamos todos irmãos”.
Daniel Pastor

“Viva Nelson MandelaEterno”. ✰ 18 de Julho de 1918 – 5 de Dezembro de 2013 †

Post english version: http://zip.net/bxlKCn

 

Enjoy or not Enjoy “Curtir ou não Curtir”

Curtir ou não Curtir

Você já curtiu hoje?

Provavelmente, você já tenha acordado, tomado café da manhã; banho, se trocado, escovado os dentes, penteado o cabelo. Mulheres todo o conjunto anterior, incluindo: secar o cabelo e maquiar-se. Opa! Pé no breque aí. Tá faltando alguma coisa… algo como que um ritual, aquele tipo de coisa que muitas vezes você faz, mas não sabe bem porque está fazendo?

Enjoy or not Enjoy “Curtir ou não Curtir”

Sabe aquele tipo de coisa antropológica, aquilo que você herda, um costume, crença, tradição. Assim tornou-se o ato de “curtir algo” (…). Curtir o que?!
Essa é a pergunta que não quer calar: “Porque curtirmos o ‘que ou quem’ nem conhecemos?”.

A primeira impressão é que parece algo simples, comum e divertido. Até o momento em que: ‘o hábito faz o monge’. E é aí que começamos a nos deparar com atitudes no mínimo estranhas. O ‘hábito’ pode ser traduzido como ‘TOC‘ (Transtorno Obsessivo Compulsivo) ou vício.

A chamada ‘rede social‘, é a “caras do ciberespaço” ver e ser visto. É postar e colher os frutos: quantos curtidos; comentados e compartilhados. Dentre esse magnífico universo, uma única opção inimaginável, ou melhor, indesejável, seria um botão de ‘não curtir’.

não curtir

“Um botão de não curtir na rede social, deve ser algo muito anti-social?”.

CopyCat – The Original

“CopyCat – The Original”

Você já comprou gato por lebre?

Iphone 6 CCA Indústria da falsificação avançou no tempo e modernizou-se:

Tecnologia de ponta, alguns modelos de aparelhos mobile trazem aplicativos e funcionalidades inéditas, algumas além daquelas embarcadas nos aparelhos originais.
Você consegue imaginar uma cópia melhor do que o original?

Esse é o desafio dos engenheiros e designers da indústria da falsificação. Aqui literalmente o pensar ‘fora da caixa’ é a regra do negócio, aliás, ‘fora da caixa’ é como o produto é vendido. Sem falar no update dos modelos dessa indústria, dado o lançamento do produto original, facilmente você encontra o similar no mercado, em alguns casos ou produtos a CopyCat Industry‘ larga na frente do original.

CopyCat - The OriginalA China é aqui na 25 de março, está em todo lugar. A CopyCat Industry é multi-nacional e possui logística de distribuição eficiente e invejável. Ok, por falar em nível empresarial: CopyCat é piramidal, organizado e bilíngue.
No país de comercialização os produtos da CopyCat Industry trazem até etiquetas com o idioma local e o seguinte dizeres:
“Você está comprando um produto original”

“Fala sério? Tecnologia, logística, linguística. Uma legião de vendedores e um mercado livre para navegar”.

“Podi compla – oliginal – táhh balato!”. Chinês – Microempreendedor Individual – Anônimo

Snowden Case “Caso Snowden”

Snowden Case “Caso Snowden”

Você já teve aquela estranha sensação de que está sendo observado?
Caso, sua resposta seja não. Você nunca deve ter usado a internet.

Sejamos breve, a mídia digital (on-line), analisa, mede, rastreia, compartilha, e até bloqueia… o seu direito a ‘liberdade de expressão’, se assim o desejar.

– Fala sério?!
– Ok, breve. A ‘internet’ foi criada na segunda guerra mundial com determinada finalidade ‘uso militar‘. Seria muita inocência nossa imaginarmos que nada disso estava sendo observado e vigiado.
– Ok, Mr. Snowden?
– Entāo, vamos olhar ali bem de pertinho… no quintal de nossas casas ou no “Facebook – Farm Ville” e dentro das suas respectivas caixas de e-mail ou ‘e-mail box’.
– Para minha surpresa, quase que de um modo ‘empírico’, toda vez que jogo determinado game na rede social, navego entre centenas de sites, assim aleatoriamente… parece que por alguma estranha ‘coincidência’, surge uma avalanche de ofertas de produtos no meu e-mail.
– Ohh, sorte! Aqui no meu e-mail, justamente o produto que eu tanto procurava.
– Que horror!! Mr. Snowden, isso é psicose. Imaginar que estamos sendo vigiados o tempo todo?

Caso SnowdenOk, isso é coisa da inteligência, ou obra de algum hacker. Nada disso! Hoje em dia qualquer um de nós, você que tá aí na net. E que utilize a internet como ferramenta de comunicação, sabe que o Google mesmo disponibiliza aplicativos (apps) de observação e mensuração do universo on-line. Um básico e conhecido é o ‘Google Analytics‘, o nível da observação pode ser até em tempo real. Trackear ou rastrear passos e pessoas muitos outros apps na rede o fazem também.

“O ponto aqui é: tudo está sendo observado. A internet é um verdadeiro ‘Big Brother‘ de George Orwell na ficção e dos USA na vida real”

Tão perto Tão longe “So close So far”

Tão perto Tão longe “So close So far”

Sentados à mesa do restaurante, música ambiente, jantar à luz de velas, clima romântico… celulares em punho e que comece a ‘guerra dos dedos’.
Cada dia mais observamos cenas cotidianas ou momentos “especiais” , que no mínimo há alguns anos atrás, poderiam ser classificados como duvidosos.

So close So far
Quem nunca se deparou ou contracenou alguma cena parecida, que atire o primeiro ‘celular’, aliás diga-se de passagem, já temos até olimpíadas para tal modalidade. Ok, o que diriam os mais modernos: “WhatsApp ou What’s Up Doc?”.
A midia se utilizará de todos os recursos e meios para chamar a atenção de seus potenciais consumidores, e com certeza o celular “mobile” é a ferramenta da vez.

Vamos deixar os “gadgets” de lado só um pouquinho e celebrar os bons momentos juntos.

“Faça amor não faça guerra”. Marcuse

link foto: http://www.flickr.com/photos/27147/4245631417/in/photostream/

“Modern Times”

Tempos ModernosA palavra é comédia… ou seria comedia?
Isso é algum tipo de piada?!

Não, claro que não, me desculpe! Bem, é que comédia pode referir-se a co-media. Opa! Peraí, do que estamos falando… da indústria do entretenimento, quem sabe?

Ok, então, imaginemos Co-Media. Logo, podemos associar a ideia de “Companhia do Meio”.

Das primeiras companhias de teatro, ao cinema mudo de Charlie Chaplin, a comédia definiu bem seu público-alvo e o tornou o centro das atenções em sua temática.
Pois bem, o que a comédia tratou de retratar e assim o faz desde os primórdios até os dias de hoje, é o cotidiano das pessoas, e isso a torna verdadeira e atual.

Um clássico do tema que nem precisa de versão atualizada é Modern TimesTempos Modernos“. Confira!

“Uma imagem vale mais do que mil palavras” Confúcio.