“Homomidia”

homomidiaHomomidia,
O corpo fala, linguagem não verbal, códigos visuais.
O Homem é seu próprio veículo de midia agora,

Hieróglifos, papiros, manuscritos, fonemas, meios, formas…
…nasce a midia e o Homem chora, prova da existência de um e de outrora”.

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“A Era do Rádio” The Radio Era

“A Era do Rádio”

Fala sério! Tem mídia mais legal do que o rádio? Claro que tem né! Essa deve ser sua resposta. Ok, vamos imaginar então, ops! Peraí, essa é justamente a ideia do rádio, percebeu?

Radio AlarmEnquanto você ouve rádio, sua imaginação voa livre, literalmente divaga sob o tema, o que o torna uma mídia alusiva, pode acreditar. E pensar que na época dos seus pais existia até novela no rádio. Como assim?! Sim, assim mesmo, com muita criatividade dos idealizadores e ainda mais imaginação dos ouvintes.
O melhor a respeito do rádio é que diferentemente das outras mídias como: TV; Internet; Mídia Impressa, no rádio não há necessidade de concentrar-se no objeto. Você pode ligar o rádio na sala e ir tomar café da manhã na cozinha; pode ouvir rádio com fone de ouvidos e sair para dar uma caminhada, essas possibilidades não são o máximo?
Sem falar que o ®ádio se mordenizou e acompanhou a internet e os dispositivos mobile. Ahh, ficou com saudade da ensolarada Califórnia? As rádios da internet trouxeram a possibilidade de estarmos distante e perto ao mesmo tempo, quando e onde quisermos.

Para aqueles mais nostálgicos com saudade do radinho de pilha, “aquele” da casa do seus avós, indico um app chamado Radio Alarm HD, que pode ser baixado diretamente da App Store e o TuneIn Radio, que atende a ambos os sistemas iOS IPhone/IPad e Android, podendo ser baixado através do Google Play.

“A Publicidade Saltando aos Olhos do Consumidor”

“A publicidade saltando aos olhos do consumidor” é literalmente o que presenciaremos cada vez mais nos grandes centros urbanos.

A máxima da publicidade que diz: ‘buscar seu cliente onde ele estiver’, já está presente nas ruas de Amsterdã na Holanda.

Despertar sensações, causar impacto, gerar emoções, tudo isso pode ser resumido em uma única palavra “venda“. Essa mesma venda é consumida através dos olhos, nariz, ouvidos, boca e tato. O mercado consumidor se transforma num vasto campo científico.

E a pílula mágica dessa relação de troca é conhecida como “Felicidade“.
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“Náufrago em plena São Paulo”

Todos os dias um mar de gente aporta em São Paulo.

“É um pedacinho de cada um de nós Brasileiros, desse enorme Brasilzão, que se divide em tripas-coração, para lutar por um sonho, que muitas vez não passa de pura ilusão”.

“Brasil um país sem memória”

Brasil um país sem memória”. Numa época como essa da nossa história, é inevitável não associarmos a figura do Brasil, com a de uma máquina fotográfica digital, sem cartão de memória.

máquina digital

Cartão de memória – ‘vendido separadamente’

“Brasil um país sem memória”

A clara impressão que temos é de que literalmente, nós Brasileiros e todos os seres humanos, ganhamos da genética nossas “mentes”,  moderníssimas “máquinas” digitais. O único problema que parece existir nesse pacote, pelo menos, no que diz respeito ao povo brasileiro. É o fato de que ganhamos a máquina, mas não recebemos o cartão de memória…

FacebookTem de haver algo de positivo nessa chamada era da informação, opa! Era qual? Essa mesma que estamos vivendo, curtindo, comentando e compartilhando uns com os outros. Justamente agora, no calor do momento, com tantos assuntos, ciberativismos, e muitas outras manifestações de democracia, liberdade e ideal, é aí que a coisa começa a ficar interessante.

A partir de agora, então, recebemos o tão desejado cartão de memória, aquele com o qual poderemos gravar os momentos mais importantes da história e de cada assunto de interesse coletivo ou pessoal. Ok, mas a máquina também evoluiu nesse meio tempo, e começou a registrar um número maior de dados e informações como: números de pessoas, separá-los pela cor da camiseta, identificá-los pela tag ou qr-code impresso na mesma etc.

WikipediaQue o digital, a mídia digital e toda tecnologia bem aplicada, surta efeito positivo nas vidas das pessoas que a utilizam no seu dia a dia, mas que, além disso, essa mesma mídia possa contribuir significativamente para o “bem-estar” coletivo (social). Onde realmente possamos erradicar o verdadeiro significado da palavra “Apartheid Social”. Um dos grandes projetos vivos que fazem valer a ideia de share (dividir) conhecimento é a Wikipedia – The Free Encyclopedia.

Brasileiros desejosos da (IS) Inclusão Social, assim o realizarão através do meio, da midia, ou da mídia digital, como queiram chamar: as redes sociais. A chamada (ID) Inclusão Digital, acabara de começar, e isso é só a “pontinha do iceberg”, porque está claro que quando o poder da informação troca de mãos, os antigos proprietários, irão utilizar-se de todos os esforços e meios para recuperá-lo, mesmo que a força. O que muitas vezes basta dizer: “cortem o acesso”.Google - China

Seja ator, autor e diretor da sua própria história, a mídia hoje nos proporciona esse direito, e lembre-se:

“Um país sem memória é um país sem história, sem passado e sem futuro”.
“Que a memória do Brasileiro não se apague mais, assim como fotos desbotadas com o passar do tempo”.

Mídia Digital – Pode apostar nessa ideia!

Pilote Devagar e Sempre: A vida, Passa Rápido

“Pilote Devagar e Sempre: A Vida, Passa Rápido!”.

Sabemos que a velocidade do dia a dia, é algo que nos impulsiona e conseqüentemente nos coloca na linha de frente dos eventos. Pensando nessa questão, e no conceito “slow down“, buscamos novos horizontes, na correria das grandes cidades e debruçando a respeito do assunto, dividimos a ideia: “Pilote Devagar e Sempre: A vida, Passa Rápido!”.

“Slow down” no sentido a que nos referimos, busca na verdade, encontramos um ponto de equilíbrio, nesse caso em específico do trânsito, estamos em busca de um melhor convívio entre: carros, motos e pedestres.

Pensando de uma forma simples e prática, lembremos daquela equação básica da época da escola: “Vm=∆s/∆t”. Ok, vamos pular essa parte… chega de teoria! Opa! peraí, muito do que observamos hoje em dia, no trânsito das cidades, pode é deve ser bem aplicado em “prol” da vida. E é justamente aí, que a teoria vira prática e muitas vidas podem ser salvas!

Vamos lá! Ok, por que do conceito “slow down” e da “equação” então? Porquê, nos deparamos cada vez mais, com difíceis situações no trânsito diário, onde claramente observamos que: “Não dá tempo e nem espaço suficiente” para tais “manobras”… das quais possivelmente só seriam executadas por atletas profissionais treinados e devidamente trajados de todo o equipamento de segurança e condições apropriadas para realização da mesma.

Vamos nos colocar no lugar da platéia e por alguns instantes, sejamos os telespectadores: a impressão clara que temos é de que estamos assistindo um campeonato de “X-Games” ao ar livre e com diversas modalidades: corrida de pedestres fora da faixa e no farol vermelho, ahh, essa é uma das categorias mais disputadas nas grandes metrópoles. De carro a modalidade “dragster”, essa sem dúvida é a mais competitiva, sabe? Aquela que tem uma linha de largada e 100 metros de pista até o próximo farol, ganha quem chegar primeiro e com sorte de não atropelar o pedestre, para não perder pontos, claro! Outra de relevância ao cenário urbanístico, subdividida em diversas categorias, dependendo do estilo da bike e do competidor, é o freeystyle bike, basicamente consiste em transitar pela via de fluxo, na contra mão, fazendo zigue-zague.

Ok, o que a prefeitura, o governo, ou seja, os órgãos públicos, tem haver com isso? Provavelmente a resposta deles, viria daquela frase da música, de uma conhecida banda, que dizia assim: “A cidade não para, a cidade só cresce. O de cima sobe e o de baixo desce” Nação Zumbi. “Obrigado e fim da coletiva”, diriam tais “representantes” públicos.

Paramos e pensamos então, que inevitavelmente somos nós o “alvo” da situação. A “vida” tá acontecendo aqui e agora e dentre esse cenário apresentado: sentada sob o banco do carro, da moto, da bicicleta, sob o caminhar do pedestre etc.

Então, a vida não é feita de altos baixos? Tem hora que até parece uma montanha russa? Tudo bem, mas tenha certeza de uma coisa, que nessa história toda, o principal condutor é você! E no seu caminho sempre existe e sempre existirá a chance de reduzir, olhar para os lados, parar e permitir que a vida passe em segurança. Para que então, possamos mais uma vez, acelerar e novamente recomeçar, sem que apressadamente acabemos por interromper a vida, que por si só já passa tão rápido. Acredite!

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